Um dos maiores lamentos deste que vos escreve é constatar que nossa imprensa escrita, falada e televisada não sabe mais ler nas entrelinhas e se precipita na ironia, no deboche, no escárnio e na crítica negativa antes mesmo de perceber o que realmente acontece. Prova disto é a nota publicada na coluna do jornalista Lauro Jardim, dando conta de que o bispo Edir Macedo, da Universal do Reino de Deus, comparava a salutar prática do sexo anal a algo impuro e insalubre como "jantar a dois no meio do lixão". Reproduzo abaixo a nota para os amigos, pedindo que se concentrem na última frase do texto do dito clérigo pentecostal:
Percebem? Os jornalistas não deram valor a algo inovador e espetacular: o bispo Macedo finalmente liberou as crentes safadinhas para cederem os respectivos anéis de couro. No momento em que o genial dublê de capitalista e vendedor de vaga no céu diz que "cada um é dono de seu próprio corpo", ele reafirma que a buceta pode ser de todo mundo, mas o cu é de quem chegar primeiro. Considerando que a sabedoria popular já diz que "cu não se pede, se conquista", podemos acreditar que finalmente, graças às declarações do sagrado ministro, teremos uma onda de pila-bosta capaz de conter o gigantesco crescimento populacional.
Se todos os crentes já estivessem borrifando de porra o intestino grosso de suas amadas, talvez estivéssemos mais perto, em termos populacionais, de uma cidade do interior do Canadá - e não de um feriado religioso às margens do Ganges, como estamos atualmente.
Peço vênia apenas para discordar do Macedão nas críticas que ele faz ao ato do sexo anal. Até porque, como sabemos, nem todo cu expele apenas merda. O dos tricolores costuma expelir camisinhas usadas.
Edir Macedo e “um belo jantar a dois no lixão”
O bispo Edir Macedo não descansa - opina sobre tudo para o conforto dos seus fiéis. Em seu blog, seu último post versa sobre o sexo anal. O chefe da Igreja Universal o compara a “um belo jantar a dois no meio do lixão”. Fala Macedo:
- No sexo anal, o reto é agredido com uma introdução estranha à sua natureza. Ele não está na função de receber, mas de expelir. Expelir o quê? Fezes, excremento ou cocô. As fezes são o lixo do corpo humano. Usar o ânus como objeto de prazer é o mesmo que degustar um belo jantar a dois no meio do lixão. Não faz sentido. É questão de higiene, de saúde e, sobretudo, de inteligência. Entretanto, cada um é dono de seu próprio corpo e faz dele o que bem entender. Por isso, nos foi dado o livre arbítrio.
Percebem? Os jornalistas não deram valor a algo inovador e espetacular: o bispo Macedo finalmente liberou as crentes safadinhas para cederem os respectivos anéis de couro. No momento em que o genial dublê de capitalista e vendedor de vaga no céu diz que "cada um é dono de seu próprio corpo", ele reafirma que a buceta pode ser de todo mundo, mas o cu é de quem chegar primeiro. Considerando que a sabedoria popular já diz que "cu não se pede, se conquista", podemos acreditar que finalmente, graças às declarações do sagrado ministro, teremos uma onda de pila-bosta capaz de conter o gigantesco crescimento populacional.
Se todos os crentes já estivessem borrifando de porra o intestino grosso de suas amadas, talvez estivéssemos mais perto, em termos populacionais, de uma cidade do interior do Canadá - e não de um feriado religioso às margens do Ganges, como estamos atualmente.
Peço vênia apenas para discordar do Macedão nas críticas que ele faz ao ato do sexo anal. Até porque, como sabemos, nem todo cu expele apenas merda. O dos tricolores costuma expelir camisinhas usadas.
