
Em termos musicais, o fim da década de 90 e a década de 00 foram de
uma aridez sem precedentes na humanidade. Salvo uma retomada do modelo
acústico, que privilegia os músicos de verdade, o que se presenciou
foi um movimento de associação do gosto musical à preferência sexual.
No caso, predominou em festas, raves e reuniõezinhas a maldita música
eletrônica, associada por A + B ao hábito de roçar bigodes e receber
sacadas no períneo.
Houve quem dissesse, mesmo tendo conhecimento de gênios da música pop
como Otis Redding, Johnny Cash, Solomon Burke e, diga-se, Elton John,
que "a voz humana já não era mais necessária". Na suposta nova música
do novo milênio, o que importava era o "mood", o "chill out", o
"lounge" e outras palavras que, tal e qual fazem os maçons com o pingo
na assinatura, serviam para pederastas se identificarem na multidão.
Pegava-se um computador, fazia-se uma programação com baterias e sons
escrotos, fundia-se essa mistura asquerosa a um jogo de luzes
estroboscópicas e, pronto, tinha-se uma festa e um "DJ de sucesso".
Diante de protestos destas natureza, era comum este escriba ouvir
comentários como "música eletrônica é coisa muito séria" e "você vive
de passado".
Selecionei estes dois entre os comentários ouvidos por serem os de
conteúdo mais idiota. Considerar uma música que serve tão-somente para
criar um gueto que facilita a prática da sodomia. Do mesmo jeito que
uma ida a um jogo do Flamengo é certamente uma espécie de clube onde
se discute mulher e futebol, o local de festas com música eletrônica é
uma espécie de sauna gay disfarçada.
Note-se que a própria estética da dança tecno (ou trance ou hype ou
seja lá que merda for) é algo que favorece a pederastia. Não é dança
de homem tampouco é de mulher - não tem a firmeza do homem e nem o
rebolado da mulher, e sim uma agitação meio epilética, própria de quem
ingere sêmen em excesso. Veja bem: quando digo "em excesso" não estou
de maneira nenhuma querendo dizer que há uma medida ideal para se
ingerir sêmen. Quem na minha opinião tem de entender destes assuntos é
o público estritamente feminino.
Reparem que, por mais que a mídia e jornalistas de cultura
homossexuais (grave pleonasmo) insistam em querer alçar o gênero tecno
a uma altura onde jamais esteve, são cada vez menos frequentes as
execuções deste tipo de música dos infernos.
Em suma, a suposta aposentadoria da guitarra, da voz, do baixo foda,
da bateria de gente e do rock and roll visceral só pode levar
prosperidade a um setor: o de fabricação de KY.
uma aridez sem precedentes na humanidade. Salvo uma retomada do modelo
acústico, que privilegia os músicos de verdade, o que se presenciou
foi um movimento de associação do gosto musical à preferência sexual.
No caso, predominou em festas, raves e reuniõezinhas a maldita música
eletrônica, associada por A + B ao hábito de roçar bigodes e receber
sacadas no períneo.
Houve quem dissesse, mesmo tendo conhecimento de gênios da música pop
como Otis Redding, Johnny Cash, Solomon Burke e, diga-se, Elton John,
que "a voz humana já não era mais necessária". Na suposta nova música
do novo milênio, o que importava era o "mood", o "chill out", o
"lounge" e outras palavras que, tal e qual fazem os maçons com o pingo
na assinatura, serviam para pederastas se identificarem na multidão.
Pegava-se um computador, fazia-se uma programação com baterias e sons
escrotos, fundia-se essa mistura asquerosa a um jogo de luzes
estroboscópicas e, pronto, tinha-se uma festa e um "DJ de sucesso".
Diante de protestos destas natureza, era comum este escriba ouvir
comentários como "música eletrônica é coisa muito séria" e "você vive
de passado".
Selecionei estes dois entre os comentários ouvidos por serem os de
conteúdo mais idiota. Considerar uma música que serve tão-somente para
criar um gueto que facilita a prática da sodomia. Do mesmo jeito que
uma ida a um jogo do Flamengo é certamente uma espécie de clube onde
se discute mulher e futebol, o local de festas com música eletrônica é
uma espécie de sauna gay disfarçada.
Note-se que a própria estética da dança tecno (ou trance ou hype ou
seja lá que merda for) é algo que favorece a pederastia. Não é dança
de homem tampouco é de mulher - não tem a firmeza do homem e nem o
rebolado da mulher, e sim uma agitação meio epilética, própria de quem
ingere sêmen em excesso. Veja bem: quando digo "em excesso" não estou
de maneira nenhuma querendo dizer que há uma medida ideal para se
ingerir sêmen. Quem na minha opinião tem de entender destes assuntos é
o público estritamente feminino.
Reparem que, por mais que a mídia e jornalistas de cultura
homossexuais (grave pleonasmo) insistam em querer alçar o gênero tecno
a uma altura onde jamais esteve, são cada vez menos frequentes as
execuções deste tipo de música dos infernos.
Em suma, a suposta aposentadoria da guitarra, da voz, do baixo foda,
da bateria de gente e do rock and roll visceral só pode levar
prosperidade a um setor: o de fabricação de KY.

